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Dicas de compras em SP
Faça suas
compras com a comidade de nossos carros, vans ou ônibus, para que preocupar-se
com estacionamento, trânsito se podemos levar você como todo o conforto. Entre
em contato conosco e conheça nossos City tour de compras.
Clique aqui
e veja algumas ruas de comprar de São Paulo. E abaixo temos alguns dos principais centros
de compras de São Paulo. City tour é com a Aextour.
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.:: Rua Hadock Lobo ::.
(Grifes Internacionais) |
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Nenhuma outra rua da cidade reúne tantas
estrelas quanto a Haddock Lobo. No trecho de pouco mais de 300 metros entre a
Oscar Freire e a Estados Unidos estão localizadas algumas das mais badaladas e
caras grifes do mundo. Uma das desbravadoras foi a francesa Cartier, que abriu
sua butique ali em 1997. Dois anos mais tarde chegou a Christian Dior. Depois,
Montblanc, Louis Vuitton, MaxMara, Emporio Armani, Tiffany & Co., Bulgari...
Neste ano foi a vez da italiana Salvatore Ferragamo. Não à toa, a Haddock Lobo
chega a ser comparada a grandes centros do luxo como a Quinta Avenida, em Nova
York, e a Avenida Montaigne, em Paris. E não se preocupe com estacionamento.
Todas as lojas oferecem serviço de manobrista. |
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.:: Rua Teodoro Sampaio ::.
(Instrumentos Musicais) |
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É uma festa ao ar livre. Todos os sábados, uma
centena de roqueiros e afins se reúne em frente à loja Matic, no número 850,
especializada em guitarras e amplificadores. Chamado de Projeto Toca Brasil, o
show semanal já virou tradição na parte mais alta da Teodoro Sampaio, depois da
Praça Benedito Calixto, onde estão cerca de trinta lojas de instrumentos
musicais e acessórios para músicos. É possível encontrar desde bolinhas de
pingue-pongue adaptadas como chocalho até caríssimos pianos e saxofones. Parada
obrigatória, a Batucadas 1 000, especializada em percussão, é um universo de
bongôs, tambores e objetos que produzem barulhinhos inusitados, entre eles a tal
bolinha-chocalho.
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.:: Rua Maria Marcolina ::.
(Enxovais) |
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Nas primeiras décadas do século XX, a rua
abrigou operários italianos que se instalaram ali por causa da proximidade com a
Hospedaria dos Imigrantes. Mais tarde chegaram os libaneses, com suas confecções
para o atacado. Foi na década de 80 que surgiram as primeiras revendedoras do
setor de cama, mesa e banho. Hoje, o local concentra mais de vinte
estabelecimentos especializados. Muitas casas vendem produtos populares, mas com
um pouco de paciência e disposição é possível encontrar peças de qualidade por
preços atraentes. As mamães podem aproveitar o passeio e fazer compras para os
seus pequenos. Algumas lojas de enxovais são voltadas exclusivamente para bebês. |
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.:: Rua Paula Souza ::.
(Utensílios de Cozinha) |
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Os principais clientes das mais de trinta
lojas da rua são restaurantes e bares. Ali, encontram-se em profusão fogões,
fornos e geladeiras industriais, capas para cardápios... Mas quem procura
objetos para a casa também sai satisfeito. Se tem aspirações a mestre-cuca,
então, os olhos brilham. Onde mais se compraria um porta-guardanapos daqueles de
bar em tons inusitados como vermelho ou verde por menos de 5 reais? Ou um
espremedor de batata colorido por cerca de 10 reais? Isso sem falar em panelas
gigantes, frigideiras, máquinas de fazer macarrão e toda sorte de bugiganga
gourmet. |
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.:: Rua 25 de Março ::.
(Utensílios diversos) |
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É uma eterna muvuca. Cerca de 400 000 pessoas
passam diariamente pela 25 de Março. Perto do Natal, esse número sobe para 1
milhão. Camelôs, compradores e policiais disputam cada metro quadrado da rua. As
350 lojas da região, que oferecem de bijuterias a tecidos, ficam entupidas. Os
preços às vezes inacreditáveis (vale lembrar que 45% do que circula ali é fruto
de falsificação ou contrabando) justificam esse mundaréu de gente. Atenção. Até
o fim deste mês, cinco quarteirões (entre a Rua Carlos de Souza Nazaré e a
Ladeira da Constituição) terão acesso fechado a veículos, de segunda a sábado,
das 10h às 18h. Os estacionamentos também aumentam seus preços sem dó nesta
época – muitos cobram até 15 reais pela primeira hora, quando a tarifa normal
varia de 5 a 10 reais. Ou seja, a melhor maneira de chegar é de metrô. Vá até a
estação São Bento e saia pela Ladeira Porto Geral, que fica no meio do bochicho.
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.:: Alameda Gabriel Monteiro da Silva ::.
(Decoração) |
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A Gabriel Monteiro da Silva virou ponto de
encontro de arquitetos e decoradores paulistanos badalados. Muitos deles possuem
escritórios na rua. Outros vão apenas conferir o que está na moda. Esse
movimento começou no fim da década de 70, quando algumas galerias de arte se
fixaram na alameda. As lojas de decoração – que somam, hoje, cerca de 140 –
vieram logo depois, atraídas pelo público consumidor dessas galerias.
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.:: Rua Santa ifigênia ::.
(Eletrônicos em Geral) |
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São mais de 500 lojas e boxes de equipamentos
eletroeletrônicos. Com seus oito longos quarteirões, a rua é endereço
obrigatório para fanáticos por computador, DJs, animadores de festa ou
simplesmente gente em busca de fios, placas de memória ou câmeras de segurança.
Como a concorrência é grande, vale a pena barganhar. Com paciência e alguma
lábia, os produtos saem das lojas por preços bem menores que os das etiquetas.
Atenção para falsificações e contrabando. Para não correr riscos, prefira
comprar nos estabelecimentos maiores. Lotada de camelôs, a Santa Ifigênia é alvo
constante de blitze. Se por acaso começar a ouvir "olha o rapa", entre em uma
loja e espere a poeira baixar
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